8 de fevereiro de 2010

Diamante Iluminado Pela Esperança

Poema simples, fiz na aula de portuga... Enjoy it.



No momento em que vi
Tive certeza absoluta
Contestaram-me para a dúvida
Indagavam que era um reles rubi
Mas o brilho incandescente era visto por mim
Eu estava certo: era um diamante

Um passado atormentado pela dor
Cicatrizes brotando graças ao regador
Fertilizados por lágrimas e tristezas
O futuro me espera fielmente
Ora com ela, ora com amigos,
Ora sozinho na imensidão

Almejo ver o que me espera
Se for com o diamante que encontrei
Estarei contente além da conta
Um quadro sem pincel
Um pincel sem tinta
Ela tem os acessórios precisos

26 de outubro de 2009

O Futuro Começa Na Escola

Sim! Aproveitando que vou postar umas histórias... Outra que também estou fazendo que os guris da minha escola leram (só alguns, logo os da minha gangue) e possivelmente gostaram. xD Curtam aí! \oz



Chapter 1 – Pilot

Piloto

Um dia típico na vida de alguns alunos de uma certa escola pública, pois havia um diferente dos demais – talvez pelo seu gosto ou pelas suas palavras –, um jovem garoto de 15 anos chamado Jared Tavares. Era de certa forma um bom exemplo de um garoto rockeiro segundo a sociedade: cabelos grandes até a metade do pescoço, um tanto rebeldes nas pontas, tão castanhos que pareciam negros, estatura alta, sempre trajando preto em suas camisas (do Metallica, AC/DC, Nirvana e até mesmo de igreja) e com uma mente única, realmente; de certa forma, um dos mais diferentes da escola Fairlox High. Já estava no 1º ano do Ensino Médio que queria terminar brevemente por causa de – um dos – seus sonhos: ser um grande rockstar mundialmente conhecido. Não pela fama, não pelo dinheiro, muito menos pela fornicação, simplesmente gostaria de transmitir seus sentimentos através da música.

Lá estava ele e dois de seus grandes amigos: Samuel Woods (16 anos, pele parda e cabelos negros, freqüentador da igreja, mesma altura de Jared, incrivelmente esperto com roupas normais e na moda) e William Hudson (15 anos, alucinado por animações japonesas, rockeiro com preferência por Guns N’ Roses, cabelo negro rebelde e curto, ligeiramente mais baixo que os amigos com roupas também normais e, popularmente dizendo, estilosas). Os três estudavam na mesma sala desde o começo do ano, mas Samuel e Jared já se conheciam há mais ou menos três anos, o mesmo tempo que os outros grandes e importantes amigos que encontrariam agora.

Lá na parede que fazia parte da escada, pelo lado direito, já estavam os outros garotos: Joseph Rosa (15 anos, alto, pele parda pouco clara, cabelo preto estilo moicano, ouvinte de tudo quanto é música com um estilo de se vestir semelhante ao de Samuel), Dave Simmons (16 anos, alto, nem claro nem escuro, cabelos pretos cheios, rockeiro com preferência clara em Kiss com um estilo normal e "rockeiro" também) e Markus Garret (16 anos, o mais alto da turma, cabelo negro baixo estilo moicano, freqüentador da igreja, bom percussionista, com estilo normal de se vestir como Joseph e Samuel). Jared, Samuca e Will cumprimentavam todos enquanto chegava outro amigo deles, o Pierre Hend (16 anos, negro, cabelos negros baixos, dançarino de psy e rebolation tendo um estilo de se trajar casual). Jared então proferiu calmamente algumas palavras sem muita pressa:

- Salve a todos, né. Catando cototas, né?

- Vai se foder, fala direito. – disse Pierre.

- Caraca, sabia que ele não ficaria um dia sequer sem falar palavrão… - comentou Joseph e todos ali riram.

- É que você não tava na sala, ele deve ter falado tudo que não disse quando foi à igreja. – constatou Dave.

- Foi isso mesmo por… PORRA, vai se foder!

Novamente, isso foi para o protagonista da história. Tudo porque este aplicara o golpe místico do "peitiño", usado somente por grandes mestres. Após tal ato, ele retomou a conversa:

- Então, o que fizeram enquanto eu estudava de noite?

- O que você não fez: estudamos. – indagou Markus.

- Eu estudei sim! …Tá, bem menos do que antes, mas eu era um dos mais espertos, nem vem.

- Também – comentava Samuel – numa sala com o Doug qualquer um seria, né.

- Teu rabo, tu não era o mais esperto o ano passado. A mais esperta era minha ex-esposa, a Adna…

- Que te "traiu" com o Markus.

- …Não me lembre.

O cabeludo fazia uma encenação agora, como se estivesse realmente chorando enquanto alguns deles riam, e dois citavam em um tom baixo "esse é viado". Logo interrompeu tal cena e quando ia começar a falar o sinal tocou, assim, abafando sua voz. Samuca, Markus, Will e Pierre subiam, conversando sobre os últimos lances da rodada. Os outros três também iam subir, só ficaram por causa do diretor lhes dirigiu a palavra sobre um assunto que nenhum entendeu ao certo do que se tratava. Quando enfim se movimentavam para ir ao primeiro (e único) andar da escola, uma garota os interrompeu. Ficava claro que esta era amiga de Joseph já que lhe abordara primeiro do que Jared e Dave.

- Joseph, você e o Markus já responderam todas as questões de matemática de ontem?

Jared só ouvia o timbre da voz dela. Era suave, diferente das demais garotas daquela escola. Também era diferente fisicamente: não estava na altura média das jovens do Fairlox, mas isto poderia ser uma vantagem; seus cabelos castanhos com poucas mechas levemente avermelhadas eram grandes até o meio das costas. Tinha um rosto com traços amenos e lábios, à primeira vista, ternos o suficiente para nenhum rapaz – ou até mesmo moça – botar defeito, capaz de fazê-lo perder a noção do tempo. Seus olhos eram um pouco mais claros que o cabelo, uma tonalidade exímia realmente. Fisicamente, constatando tudo nela, não era de se jogar fora – belíssimas curvas, tudo no lugar, tamanho deveras bom em todos os locais, uma garota bem definida fisicamente –, ou seja, a famosa "gostosa" como diriam os mais depravados. Porém, esse último dado era o menos importante o rockeiro naquele instante: ficou rapidamente hipnotizado pelo sorriso dela… Era indescritível, até mesmo único. Podia não ser uma rockeira, uma punk ou mesmo uma gótica, mas tinha aquele "quê" especial para os olhos do jovem.

- Não, fizemos não. A gente tava esperando você ou a Mel passarem pra nós.

- Ah, que pena… Ah, oi pessoal.

- Oi – responderam Dave e Jared juntos.

- Opa, o Dave que você já conhece mais ou menos do começo do ano e esse é o Jared que tava de noite.

Abruptamente o rocker levantava sua mão, apertando a da garota e começando uma conversa singela com um sotaque "indiano":

- Hola, my nome is Jared, nice to conhecer você, haha.

- Ahn… Hi, my name is Julia, nice to meet you too.

- Ah, yah, yah… Digo, sim, sim, o mermo também, mermona.

Ela ria do papo do garoto, até que uma amiga a chamou e ela se foi com ela, enquanto os três garotos iam pouco atrás, por terem conversado até o inspetor, Estevão, os mandarem subir para as suas respectivas salas. Pouco antes de entrarem, discutiram sobre o encontro breve com Julia.

- Nossa Joe, ela é gata pra cacete! – disse o Tavares, olhando para os lados. – Tááá loco, nenééém!

- É, e ela é mó legal também.

- Ela também é bem legal em casa… - indagava o Simmons após o Rosa, com uma cara de puta (por ser uma cara… safada).

- Teu rabo é legal na casa do Carlão, mané. Guria mó legal e gata, tu vem e fala assim.

- Ferrou, ele ficou da mesma maneira com a Andréia… - e negativamente, Joe balançava a cabeça.

- Mas eu nem tinha falado com ela… Pelo menos agora eu conversei com a Julia, diferente das outras vezes, né.

- Vamos ver, vamos ver…

Então, após mais uma vez Estevão vir mandando com sua voz imperativa, os três entraram em suas respectivas salas.

O Escolhido dos Céus

É, faz bastante tempo, mas... Vou postar bem raramente aqui, não tanto quanto antes, ficando meses sem notícias aqui. o_o Esse post aqui vai ser bem importante, pois será o do primeiro capítulo de uma história que tô fazendo para um fake meu. Espero muito em Deus que vocês gostem dessa aqui, então... Fiquem com ela, O Escolhido dos Céus.


Capítulo 01 - Piloto

Samuel Geneseir Duchovny é um jovem de 21 anos, 1,87m, caucasiano, moreno, europeu naturalizado brasileiro descendente de britânico e brasileiro, amante de música (em especial, rock), e claro, sagaz e sério. É algo que um antigo colega de escola diria sobre ele agora que o vê levemente mudado, mas não sabem nem metade do que este garoto é. Afinal, ele é um tanto cômico dependendo da situação, principalmente em suas batalhas ele desperta esse lado - isso tudo por odiar a seriedade. Gen já participou de muitas batalhas, seja para salvar seus melhores amigos como Daniel, Rodrigo e Julianne, por exemplo, ou para salvar o planeta onde vive. Tudo graças aos poderes que possui, os quais ultrapassam aquela linha imaginária do real e imaginário. Não pode fazer coisas tão milagrosas como salvar uma cidade com um estalar de dedos, mas sua capacidade pode, um dia, chegar bem perto de tal.

Uma pequena parte de seus poderes começou a desenvolver-se aos seus 15 anos, bem no dia que estava andando pela cidade com sua grande amiga Larane. Era um passeio feliz, até que uma bala perdida achou seu lugar bem no peito do rapaz, o que deixou a amiga deste totalmente desesperada, gritando por ajuda. A voz da garota estava alta, mas o Duchovny não a ouvia tão claramente, enquanto tudo se tornava escuro, mais e mais... Só que como numa visão, estava em um local "indeciso": parte era densa, consumidora e temerosa como as trevas, enquanto a outra era a mais bela e contagiante luz de paz da vida de qualquer um que estava prestes a morrer. Só que, no centro desse lugar tão intrigante, existia uma pessoa com olhos e cabelos negros trajando um manto alvinegro - sendo a parte escura no claro e a clara no escuro -, sendo que o branco parecia emitir uma pureza enorme com a justiça nela, enquanto o negro era profundo, hipnotizador, cheio de maldades e impureza. Claro, isso não era tão impressionante quanto as asas deste ser: ao invés de terem penas, jaziam somente ossos do que aparentava um dia ter sido um belo par de asas formosas. Ele se aproximava do rapaz, encostando a mão em seu queixo e levantando suavemente a face do rapaz, finalmente pronunciando-se:

— Eu sou Raziel, o anjo que muitos não crêem em sua existência. Creio que não estás acreditando em minha palavra, jovem senhor Duchovny, afinal, estava sentindo uma dor ardente como o fogo do inferno em teu peito, não?

O garoto estava sem fala, suando cada vez mais, mas fizera um sinal positivo com a cabeça. Então, o anjo continuou:

— Muitos, também, crêem que eu sou um anjo de Lúcifer ou um anjo do Senhor meu Deus, mas não sou de nenhum. Afinal, por ficar neutro na queda do querubim ungido, meu Senhor me condenou a ficar eternamente na Terra, mas não retirou meus poderes, senão, nunca estaríamos tendo uma conversa dessas num lugar tão remoto. Simplesmente estou condenado a vagar por aqui, julgando o bem e o mal, não importando a boa ação da pessoa que fez um ato mal, pois creio que assim se é feito a justiça.

— E… E… Qual foi o ato que… - tentava dizer o garoto, mas logo fora interrompido pelo anjo.

— Tu não fizeste nada, meu jovem. Só fora escolhido para ser alguém que ajude este mundo que está sendo contaminado cada vez mais e mais.

— E como… Como é que farei isso se estou morto? Como?!

— Não estás morto, Samuel. Deus não te quer morto, já que você terá que fazer algo grandioso para o nome Dele ser glorificado. Estou aqui, para dar-te um pouco de meu poder… Tu precisarás muito dos poderes que tenho, pois grandes catástrofes hão de vir, pranto e mortes também, mas tu farás de tudo, para que nada disto aconteça.
— Por que eu, então?! Por que não qualquer outra pessoa, hein?! – e lentamente, o garoto começava a se arrastar para trás, com medo do anjo.

— Os planos de Deus estão além da compreensão humana, lembra-te bem disso. Agora vá, lembra-te de tudo que eu dissera aqui, e que agora tens uma responsabilidade enorme em teus ombros, jovem Geneseir.

Logo o anjo encostou seu dedo indicador na testa do rapaz, fazendo com que um clarão branco tomasse conta de sua visão por alguns instantes brevemente. Quando abria os olhos lentamente, observou que estava deitado numa cama de hospital, onde alguns de seus amigos estavam ali perto, mas não tanto quanto a sua mãe que logo o abraçou no momento que viu o jovem mostrar seus olhos castanhos:

— Ah, meu filho, meu filho! Não se vá, pelo amor de Deus, não! Graças a Deus que você está vivo!

— Mãe… Eu tô bem… Não precisa chorar. Nem vocês também, pessoal.

— Eu não estava chorando, ouviu, sua bicha?! Eu sabia que você era feito de aço, então não precisei me preocupar – dizia Rodrigo, coçando o olho como se "estivesse com sono".

Geneseir sorriu brevemente, enquanto o médico entrava e pedia para todos os visitantes se retirarem dali.

4 de junho de 2009

Um dia daqueles

Sim, postagem anterior foi hoje mas era pra ser outro dia, ee

Enfim... A tristeza está me preenchendo novamente. Estou querendo me matar, de uma forma bem sofrida, mas... Não é tão grande quanto antes esse sentimento. Eu quero a dor da punição, não tenho medo de lutar, de sangrar, mas só quero sofrer. Quero chorar, para aprender novamente como o sofrimento é prazeroso.

Hoje, até quase chorei. Me segurei, mas eu queria chorar. Havia um vazio tão grande em meu peito, que nem eu sei descrever como não fiquei mudo, sem vontade e tal. Tudo por causa de uma guria... Mas achoque daria para mudar isso, estando com ela, Sei lá, ela me deixa feliz. Mas, o tanto que eu amo, é o tanto que me faz sofrer, fato.
E eu quero... Viver uma vida boa, grossa e longa. Se vierem com malícia, Titio Ray vai aparecer debaixo da cama de vocês.
Enfim, creio que vivemos num mundo igual a música do Papa Roach. São dias de guerra e noites de amor, o céu está se aproximando, mas corremos, e não exitamos em dançar com o demônio ao pôr-do-sol. E também, muitos temem o futuro, não crêem que este será algo bom, próspero e abençoado, se Deus quiser. Mas... Cadê a fé? A fé move as mãos do Todo-Poderoso, então... Booya, tenha uma grande fé, não importando a situação. Aprendi a ser assim, depois das duas depressões, as quatro decepções amorosas, das ilusões de volta dos meus pais, e das inúmeras imaginações de como me matar, todo santo dia. É como o Sasuke disse, "o sofrimento me deixou mais forte". Quase isso, comigo... Quem realmente me deixou forte foi o meu, seu e nosso Salvador Jesus Cristo.
Enfim... Sobre o futuro... É igual o que o Itachi disse! As pessoas acabam ficando inseguras com o desconhecido, logo, o odeiam e o temem. É igual eu disse pra Lane hoje: "Pra que vou ficar encucado com o futuro? Vai dar tudo certo, assim, não vou nem temê-lo nem odiá-lo".
Ah! Teve peça na escola, super tri, ganhei os parabéns de bastante pessoas e pá, da Patricia, uma Daniele (creio que seja esse o nome dela), do Jonathan, do Anderson, do Caíque, do Caio... Ixe, tô de boa por um tempo, mas vou ter que reapresentar a peça, logo... FODEU.

15 de abril de 2009

Trechinho Deprê, noobs

Choros pela raiva, mentiras pelo poder, lutando por nada, é pra isso que você nasceu!

The End
Bullet For My Valentine
The Poison (2005)

11 de abril de 2009

Música da Semana

Bem, vou começar com algo tipo "letra da semana"! É algo que sei lá... Ah foda-se, cês todos já sacaram, né? Como diria o José Wilker numa novela aí... "Se fodam-se".

I Almost Told You That I Loved You
Papa Roach
Metamorphosis (2009)


http://letras.terra.com.br/papa-roach/1323490/